Alessandra Trota, Designer de Interiores

NOVIDADES NA DECORAÇÃO COM MATERIAIS SUSTENTÁVEIS

Primeira loja virtual de eco-design do país oferece porta-lápis montado com disquetes e almofadas com tecido feito de garrafas PET

Rio - Madeiras renováveis, materiais reciclados ou recicláveis e reaproveitamento de resíduos. Elementos ligados ao propalado conceito de sustentabilidade que agora também podem fazer parte da decoração da sua casa sem fazer feio diante de artigos de fabricação tradicional.
Foto: Divulgação
As caixas Adália são produzidas por artesãos no Tocantins com material que não existe em nenhuma outra parte do mundo | Foto: Divulgação
Preocupada com os descuidos e agressões da sociedade em relação à natureza, a designer Isabela Castello abriu a Eco.lógica Design, em Vitória, no Espírito Santo, em dezembro de 2008.
Combinando sustentabilidade, design e bom gosto, os produtos da loja agora estão disponíveis para todo o Brasil por meio da loja virtual da marca (www.ecologicadesign.com.br), a primeira no país a atuar nesse segmento.

Entre as novidades que podem ser encontradas no site, está o conjunto de caixas Adália, feitas de capim dourado, que integram a coleção Jalapa.
As caixas foram produzidas por artesãos da região de Jalapão, no Tocantins, com uma espécie de capim em tom de ouro que não existe em nenhuma outra parte do mundo. O produto, em promoção, sai de R$ 139,70 por R$ 126,00 ou em três vezes de R$ 42,00.
Foto: Divulgação
Almofadas produzidas com malha composta de mescla de algodão com garrafas PET recicladas | Foto: Divulgação
A loja também oferece almofadas ilustradas elaboradas com uma matéria-prima inusitada: garrafas PET.
A malha decorada com desenhos abstratos é composta de 50% algodão e 50% do material obtido com a reciclagem de garrafas pós-consumo, que passam por um processo de secagem e são moídas, para depois passar pela fusão a uma temperatura em torno de 360 graus.
A malha PET tem a mesma qualidade, resistência e maciez do algodão puro. As almofadas custam R$ 77,00, e podem ser pagas em três vezes de R$ 25,67 ou com 10% de desconto à vista com boleto bancário.
Foto: Divulgação
Disquetes ganham nova função como porta-lápis | Foto: Divulgação


Painel Argolas

Painel em formato de Argolas produzido artesanalmente, utilizando-se de jornais que seriam descartados, e tingidos com tintura especial que protege o material.
Por se tratar de produto artesanal os formatos poderão ser diferentes.

Medidas: (CxLxA): 150X50x1cm


Quadro Enquadrados

Quadrados vazados, com diferentes dimensões são sobrepostos, formando um desenho irregular. Novos quadrados e retângulos são formados, ao se sobrepor parcialmente um quadrado ao outro. A irregularidade, a repetição de formas e os espaços vazados dão leveza e movimento ao trabalho. Feito com reaproveitamento de MDF.

Medidas (CxLxA): 218x70x4 cm


Porta Lápis Vinil

Aqueles antigos discos de vinil, que ficaram sem utilidade com a chegada das novas tecnologias, são transformados em porta-lápis, ao invés de serem descartados. Criativo e divertido, o porta-lápis tem função decorativa, além de utilitária.


Abajour Discos

Abajour com base feita com sobras de MDF cortadas em formato circular, agrupados de forma irregular com cúpula feita com fibra de coco.

Medidas(CxLxA): 40x40x64cm

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ILUSÕES ÓPTICAS








O sistema visual e o cérebro não são prolongamentos do mundo ou servos seus; eles têm propriedades únicas que podem causar modificações nas informações recebidas pelo olho. Além disso, as informações fornecidas pelo olho nem sempre são exatas ou simples. Quase todos os sinais de visão espacial e distância e, consequentemente, quase todas as situações visuais contém um potencial de ambigüidade. Quando a ambigüidade surge ela é chamada de ilusão.
As ilusões ópticas são desnorteantes e complexas. Podem ser descritas, classificadas e, em alguns casos, parcial ou totalmente explicadas. Quase todas as ilusões geométricas ou espaciais subtendem um ou mais de vários fenômenos básicos. Por exemplo, círculos sempre tendem a ser subestimados em tamanho. Linhas retas tendem a ser superestimadas em comprimento. Ângulos agudos são superestimados, e os obtusos, subestimados. Um mero quadrado parece ter maior altura que largura. O tamanho aparente do quadrado depende de sua posição, se ele está colocado em ângulo ou de lado. De grande importância são certos desenhos a traço: A figura acima mostra dois perfis ou uma taça? Quem decide é o seus cérebro. Mas como decidir, se as linhas fazem sentido tanto na figura quanto no fundo claro?


(As linhas são paralelas ou convergentes?)
As ilusões têm sido geralmente consideradas como criadoras de um problema específico na psicologia da visão. No passado, esses fenômenos eram atribuídos a "erros de julgamento" ou "más interpretações". Hoje, porém, a maioria dos pesquisadores consideram tal classificação imprópria.
Além disso, rejeitar as ilusões como erros de julgamento ou más interpretações parecia perpetuar a noção de que todas as outras percepções eram corretas. Essa distinção pode parecer lógica se considerarmos a visão como um processo de cópia e depois perguntar se a cópia está certa ou errada. Mas a visão não é assim tão simples. Se por "correto" entendermos que o sistema visual dá uma reprodução exata dos eventos físicos no ambiente, então devemos estar preparados para situar todos os fenômenos visuais na categoria de ilusão.
Quando o olho não consegue detectar as oscilações luminosas do cinema e da televisão, ele está dando uma interpretação imprecisa do evento físico. Um exame da maior parte dos dados de visão não revelaria nenhum exemplo daquilo que poderia ser chamado precisamente de percepção correta.


(Os pontos no cruzamento das linhas são brancos ou pretos?)
A visão está sujeita a dois tipos principais de ilusão: as ópticas e as de adaptação. As primeiras podem revelar aspectos desconhecidos do modo de ver e julgar o mundo exterior. São elas que levam o observador a avaliar erroneamente distâncias, aberturas angulares, dimensões, etc.
As ilusões de adaptação são também muito freqüentes, e decorrem da acomodação da visão a uma nova situação, diferente da anterior. Suponha-se, por exemplo, um observador transportado repentinamente de uma paisagem plana ou com ligeiras ondulações, para um lugar com relevo íngreme. A princípio, ele sentirá como muito fortes todas as inclinações que vê; gradativamente, porém, os detalhes vão sendo reelaborados e as inclinações serão apresentadas menos fortes do que o são na realidade.
Outra ilusão de adaptação é a das cores. Permanecendo muito tempo num ambiente iluminado com luz vermelha, um observador habitua-se a distinguir os semitons das cores dos objetos. Se, depois, esse observador sai para o ar livre, ou o ambiente em está é subitamente iluminado com luz branca, tudo parecerá verde, a cor complementar do vermelho.
Muitíssimas ilusões de adaptação relacionam-se com a visão das cores, e outras tantas com o movimento.

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O PRIMEIRO MAPA MENTAL A GENTE NUNCA ESQUECE

Um Mapa Mental é um diagrama usado para conectar palavras e idéias a uma idéia central.  É usado para visualizar, classificar, estruturar e gerar idéias. Assim como apoio no estudo, na solução de problemas e na tomada de decisão. 
É similar a uma rede semântica, ou mapa cognitivo, mas não há restrições formais nos tipos de conexões usadas.  Normalmente o mapa envolve imagens, palavras e linhas.  Os elementos são ordenados de forma intuitiva, de acordo à importância dos conceitos, os quais são organizados em agrupamentos, ramificações ou áreas.
 Em outras palavras, um mapa mental é um diagrama radial, que representa conexões entre pontos de informação.   A formulação gráfica uniforme da estrutura semântica da informação na obtenção de conhecimento pode ajudar na lembrança de memórias existentes.   Também é tratado como um método de aumentar a motivação na realização de uma tarefa. 











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DOCE - SUSTENTABILIDADE / CORAL SOL



Partindo de uma receita básica (mapa mental), crie uma receita nova com novo sabor e faça uma apresentação surpreendente do prato para degustação de todos. Inspirado no projeto Coral Sol.





Proposta: Sustentabilidade / Coral Sol

Ideia: 
Exótico

Objetivo: 
Manter um visual exótico, uma mistura de valores que finaliza em um estilo único.
Os Exóticos não se referem de forma alguma, a tribo urbana e muito menos são outsiders, ao contrário, estão sim por dentro de todos os assuntos e estão sempre se informando!
Você se considera exótico? O que é exótico para você? Você já parou para pensar o que significa essa palavra atualmente?
Anteriormente o termo "exótico" lembrava algo ruim e trazia a sensação de algo marginalizado, bem no sentido literal de estar à margem. Hoje podemos dizer que 'Exótico' nada mais é do que alguém que não segue exatamente os padrões. Sejam eles sociais culturais ou apenas populares.

Justificativa: 
Mesclar um pouco de cada informação, cultura e por fim sendo uma pessoa conectada com sua realidade e informações que nos cercam o tempo inteiro e expressando suas opiniões sem medo, esses sim são exóticos. E todas essas coisas estão ligadas à diversidade de estilos, ideias, formas de agir e pensar.

Desenvolvimento (processo):
Iniciar o trabalho foi difícil, mas após analisar o meu mapa mental cheguei à palavra “Exótico” que por sua vez que dizer algo que não tem padrão definido, por exemplo, o Coral Sol que é belo e ao mesmo tempo tão ameaçador ao meio ambiente. Pois como iriamos imaginar que algo tão belo no fundo do oceano poderia causar algum tipo de maleficio ao ecossistema.

Avaliação:
A partir da convivência de ideias, alcancei o objetivo esperado passando uma mensagem a todos que leem a minha proposta.

Receita:
Mouse Exótico

Ingredientes:
01 lata de leite condensado
01 lata de creme de leite
02 maracujás frescos
01 folha de gelatina incolor
    Balas de gelatina a gosto

Preparo:
  1. Bater todos os ingredientes no liquidificador por alguns minutos
  2. Acrescente em um refratário juntos com as balas
  3. Levar a geladeira por 30 minutos aproximadamente







O coral-sol é um invasor marinho que está ameaçando a biodiversidade da zona costeira brasileira. O coral-sol (Tubastraea spp.) foi introduzido no Brasil no final da década de 80, através de plataformas de petróleo/gás e invadiu costões rochosos ao longo de 900 km do litoral. O Projeto Coral-Sol propõem controlar o coral-sol, visando erradicá-lo em 20 anos, agregando valor a sua extração e contribuindo para o desenvolvimento sustentável de comunidades litorâneas. O Instituto Biodiversidade Marinha selecionou o Projeto Coral-Sol para apoio institucional em 2005. O projeto ainda tem como parceiros a Universidade do Estado do Rio de Janeiro, o Comitê de Defesa da Ilha Grande, a Associação Civil Universidade Solidária / Banco Real, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e a Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro.
A região da Baía da Ilha Grande abriga os territórios de três municípios, Parati, Angra dos Reis e Mangaratiba. O levantamento do IBGE realizado em 2005 registrou 203.000 habitantes na região. Em virtude da beleza paisagística da região, sua principal vocação natural concentra-se no turismo e lazer náutico. A bioinvasão pelo coral-sol está afetando diretamente seis municípios fluminenses (Arraial do Cabo, Armação dos Búzios, Rio de Janeiro, Mangaratiba, Angra dos Reis e Parati), cuja população humana é de 6,3 milhões. Além disso, toda a costa brasileira está ameaçada devido ao potencial de expansão do coral invasor. Apesar do coral-sol ainda não ter atingido os recifes de coral brasileiros, esta possibilidade é alarmante porque os recifes de coral do Brasil são especialmente vulneráveis, tendo em vista que são fonte de alimento e renda para milhares de pessoas e que tem baixa riqueza, porém alto endemismo de corais nativos.

Tendo em vista que o coral-sol é bem estabelecido e mais abundante na região da Baía da Ilha Grande (na Ilha Grande, litoral e em ilhas ao redor), é proposto o controle destes invasores através de agregação de valor à exploração racional deste recurso vivo como “souvenir” (lembrança) primeiramente nesta localidade. O coral-sol é encontrado a venda esporadicamente em alguns locais das regiões alvo. Atualmente, devido a uma demanda pela utilização como peças decorativas, existe um mercado nacional e internacional de esqueletos dos corais. Esta demanda é suprimida pela coleta e comercialização ilegal de espécies nativas e, muitas vezes, endêmicas, no país.

O público alvo do projeto são as comunidades litorâneas tradicionais da Ilha Grande, RJ, que incluem os caiçaras, e cuja vocação é o extrativismo de recursos do mar aliado ao artesanato produzido com materiais locais. Como os recursos pesqueiros estão em declínio, há uma demanda de inserção de propostas como o Projeto Coral-Sol na região, que contribuirá para a fixação e desenvolvimento sustentável destas comunidades através da oferta de fonte alternativa de renda. Na Ilha Grande 21% de população tem renda de apenas até um salário mínimo. Como a comunidade tem vocação para o extrativismo do mar e necessidade de renda alternativa, há grande potencial na comunidade que justifica o continuado desenvolvimento desta proposta.

Estão sendo capacitadas para catar e preparar os corais para venda como artesanato, 40 famílias das comunidades litorâneas da Ilha Grande, gerando renda alternativa, combatendo a expansão dos corais invasores e substituindo o comércio ilegal de corais nativos. Estima-se que, inicialmente, será gerada uma renda familiar suplementar mensal mínima de R$240,00. Conforme os catadores atinjam sua independência produtiva gerando sua própria renda, é prevista a transferência do ônus de custo de produção (coleta e processamento do coral) cabendo ao Projeto receber a produção e inserir um selo-verde de qualidade. Isso é altamente desejável para efetivamente transferir a responsabilidade do manejo do recurso ao coletivo, assim gerando responsabilidade social.

O Projeto representa, no Brasil, a primeira iniciativa auto-sustentável de erradicação de organismos exóticos marinhos e o mecanismo de controle e erradicação do coral-sol, que agrega valor a sua extração, contribuirá para o desenvolvimento sustentável das comunidades litorâneas, especialmente na área de influência direta do projeto.




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COLÉGIO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS ILUMINA SUA FACHADA COM FITAS DE LED RGB

Fundado em janeiro de 1911 pelas Missionárias Servas do Espírito Santo o Colégio Sagrado Coração de Jesus é não somente uma referência na educação de Minas Gerais, como também um marco na arquitetura de Belo Horizonte há quase cem anos. Celebrando o Natal e a passagem de 2010 para 2011 a fachada do colégio recebeu iluminação especial em LED, desenvolvida pela Central Iluminação.

Cada uma das mais de 60 janelas foi iluminada com fitas de LED Brilia Slim Flex RGB, criando um cenário de luzes em movimento em perfeita sincronia.
A utilização da fita de LED veio como uma solução inovadora, por ser compacta, flexível e com propriedade de resistência à umidade (IP65), permitindo a criação de cenários luminosos na fachada sem preocupar com exposição do material ao tempo, gerando econômia de energia.

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DESIGN VAZADO PARA PRÉDIO SUSTENTÁVEL EM MIAMI

Janelas redondas por toda a fachada deixam o visual diferente e aumentam a intensidade da iluminação natural.

Divulgação

Novos prédios são erguidos todos os dias no mundo inteiro, mas alguns, como este, em Miami, têm características especiais. Nomeado de COR, este projeto, assinado pelos arquitetos suíços da Oppenheim, é um deles, a começar pelo design inusitado. Toda vazada, com janelas arredondadas, a fachada tem apenas um apelo estético. A ideia é que a intensidade da iluminação natural seja maior, diminuindo as horas de uso da luz elétrica. Além disso, a ventilação e a temperatura interna também poderão ser mais bem aproveitadas. O edifício, que abrigará unidades residenciais e comerciais, também contará com placas fotovoltáicas para captar a energia solar, entre outras medidas sustentáveis.
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ITALIANOS CRIAM CIMENTO TRANSPARENTE

Um prédio já foi construído com a mistura e o segundo será inaugurado neste mês, na Taliândia

O prédio da Expo em Xangai do ano passado é o único construído com o material até hoje. (Divulgação / Italcementi)


Uma empresa italiana lançou um prédio verde que, na verdade, é transparente. Arquitetos da Italcementi desenvolveram um cimento transparente que permite mais entrada de luz no edifício, diminuindo o gasto com energia.
O único prédio construído com o material, batizado de i.light, hoje, é o pavilhão italiano de uma exposição em Xangai, na China, realizada ano passado. A construção usou o cimento em cerca de 40% de sua composição. Mas a empresa impulsionou o projeto com parcerias pelo mundo e já anunciou a próxima edificação a empregar o material: o prédio da embaixada italiana em Bangcoc, na Tailândia, cuja inauguração está prevista para este mês.





Como funciona – O conceito do i.light é relativamente simples. As paredes do prédio são erguidas com painéis que contêm minúsculos orifícios, espaçados entre dois e três milímetros. Essas aberturas permitem a entrada de luz sem comprometer a integridade da estrutura – ou pelo menos assim o promete a empresa.
Cada painel tem uma matriz de resinas plásticas que confere aparência esburacada à mistura de cimento. À distância, a impressão é a de uma parede de concreto tradicional.
Sua transparência é de cerca de 20%, garantida por mais ou menos 50 furos por painel. Em dias de sol, a estrutura poderia economizar a energia elétrica da iluminação, além de permitir melhor circulação do ar.
 




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