Alessandra Trota, Designer de Interiores
CASAL DECORA SEU JARDIM COM 9.800 OVOS PINTADOS
A tradição da casa dos alemães Kraft ocorre há 40 anos. Numa conta rápida, Volker e Christa Kraft gastaram R$ 3.200 só com os ovos, sem contar a pintura e o tempo gasto
Senhor Kraft: 9.800 ovos pintados em seu jardim. A Páscoa está chegando e muitos estão esperando para comer as delícias de chocolate. Mas na casa do casal Kraft as comemorações já começaram.
Há 40 anos, Volker e Christa Kraft, moradores de Saalfeld (Alemanha), enfeitam o jardim de sua casa com ovos coloridos. De acordo com a reportagem do jornal britânico “Daily Mail”, eles costumam pintar os ovos com ícones religiosos e, neste ano, penduraram mais de 9.800 ovos nas árvores.
Se fizermos uma conta rápida, os Kraft compraram 817 dúzias de ovos (por R$ 3,80 a R$ 4,00 a dúzia) e gastaram cerca de R$ 3.200. Fora a pintura e o tempo.
Ovos são pintados com motivos religiosos. O ovo é considerado o símbolo de renascimento. Antes de fazer a pintura do ovo, o casal utilizou a técnica de fazer um pequeno furo na casca e retirar a clara e a gema para o ovo não apodrecer. Depois, é pintado. Isso que é espírito de Páscoa.
CONSUMO INTELIGENTE
Está se aproximando o Dia da Terra, comemorado internacionalmente em 22 de abril com a intenção de incentivar a preservação do meio ambiente. O mercado do design se mostra cada vez mais atento a este movimento, desenvolvendo novos produtos que favorecem o uso consciente dos recursos naturais. A marca de acessórios de banho Roca, que a tempos investe em inovações sustentáveis, acaba de lançar a nova “Inteligent Drain”, torneira com um display no ralo que mostra o a quantidade de água consumida. A idéia é ajudar as pessoas a monitorar o uso da água, evitando desperdícios de forma simples, prática e, como não podia deixar de ser, com design elegante.
www.roca.com
NOVIDADES NA DECORAÇÃO COM MATERIAIS SUSTENTÁVEIS
Primeira loja virtual de eco-design do país oferece porta-lápis montado com disquetes e almofadas com tecido feito de garrafas PET
Rio - Madeiras renováveis, materiais reciclados ou recicláveis e reaproveitamento de resíduos. Elementos ligados ao propalado conceito de sustentabilidade que agora também podem fazer parte da decoração da sua casa sem fazer feio diante de artigos de fabricação tradicional.
As caixas Adália são produzidas por artesãos no Tocantins com material que não existe em nenhuma outra parte do mundo | Foto: Divulgação
Preocupada com os descuidos e agressões da sociedade em relação à natureza, a designer Isabela Castello abriu a Eco.lógica Design, em Vitória, no Espírito Santo, em dezembro de 2008.
Combinando sustentabilidade, design e bom gosto, os produtos da loja agora estão disponíveis para todo o Brasil por meio da loja virtual da marca (www.ecologicadesign.com.br), a primeira no país a atuar nesse segmento.
Entre as novidades que podem ser encontradas no site, está o conjunto de caixas Adália, feitas de capim dourado, que integram a coleção Jalapa.
Entre as novidades que podem ser encontradas no site, está o conjunto de caixas Adália, feitas de capim dourado, que integram a coleção Jalapa.
As caixas foram produzidas por artesãos da região de Jalapão, no Tocantins, com uma espécie de capim em tom de ouro que não existe em nenhuma outra parte do mundo. O produto, em promoção, sai de R$ 139,70 por R$ 126,00 ou em três vezes de R$ 42,00.
Almofadas produzidas com malha composta de mescla de algodão com garrafas PET recicladas | Foto: Divulgação
A loja também oferece almofadas ilustradas elaboradas com uma matéria-prima inusitada: garrafas PET.
A malha decorada com desenhos abstratos é composta de 50% algodão e 50% do material obtido com a reciclagem de garrafas pós-consumo, que passam por um processo de secagem e são moídas, para depois passar pela fusão a uma temperatura em torno de 360 graus.
A malha PET tem a mesma qualidade, resistência e maciez do algodão puro. As almofadas custam R$ 77,00, e podem ser pagas em três vezes de R$ 25,67 ou com 10% de desconto à vista com boleto bancário.
Disquetes ganham nova função como porta-lápis | Foto: Divulgação
Painel em formato de Argolas produzido artesanalmente, utilizando-se de jornais que seriam descartados, e tingidos com tintura especial que protege o material.
Por se tratar de produto artesanal os formatos poderão ser diferentes.
Medidas: (CxLxA): 150X50x1cm
Quadrados vazados, com diferentes dimensões são sobrepostos, formando um desenho irregular. Novos quadrados e retângulos são formados, ao se sobrepor parcialmente um quadrado ao outro. A irregularidade, a repetição de formas e os espaços vazados dão leveza e movimento ao trabalho. Feito com reaproveitamento de MDF.
Medidas (CxLxA): 218x70x4 cm
Aqueles antigos discos de vinil, que ficaram sem utilidade com a chegada das novas tecnologias, são transformados em porta-lápis, ao invés de serem descartados. Criativo e divertido, o porta-lápis tem função decorativa, além de utilitária.
Abajour com base feita com sobras de MDF cortadas em formato circular, agrupados de forma irregular com cúpula feita com fibra de coco.
Medidas(CxLxA): 40x40x64cm
ILUSÕES ÓPTICAS
O sistema visual e o cérebro não são prolongamentos do mundo ou servos seus; eles têm propriedades únicas que podem causar modificações nas informações recebidas pelo olho. Além disso, as informações fornecidas pelo olho nem sempre são exatas ou simples. Quase todos os sinais de visão espacial e distância e, consequentemente, quase todas as situações visuais contém um potencial de ambigüidade. Quando a ambigüidade surge ela é chamada de ilusão.
As ilusões ópticas são desnorteantes e complexas. Podem ser descritas, classificadas e, em alguns casos, parcial ou totalmente explicadas. Quase todas as ilusões geométricas ou espaciais subtendem um ou mais de vários fenômenos básicos. Por exemplo, círculos sempre tendem a ser subestimados em tamanho. Linhas retas tendem a ser superestimadas em comprimento. Ângulos agudos são superestimados, e os obtusos, subestimados. Um mero quadrado parece ter maior altura que largura. O tamanho aparente do quadrado depende de sua posição, se ele está colocado em ângulo ou de lado. De grande importância são certos desenhos a traço: A figura acima mostra dois perfis ou uma taça? Quem decide é o seus cérebro. Mas como decidir, se as linhas fazem sentido tanto na figura quanto no fundo claro?
As ilusões ópticas são desnorteantes e complexas. Podem ser descritas, classificadas e, em alguns casos, parcial ou totalmente explicadas. Quase todas as ilusões geométricas ou espaciais subtendem um ou mais de vários fenômenos básicos. Por exemplo, círculos sempre tendem a ser subestimados em tamanho. Linhas retas tendem a ser superestimadas em comprimento. Ângulos agudos são superestimados, e os obtusos, subestimados. Um mero quadrado parece ter maior altura que largura. O tamanho aparente do quadrado depende de sua posição, se ele está colocado em ângulo ou de lado. De grande importância são certos desenhos a traço: A figura acima mostra dois perfis ou uma taça? Quem decide é o seus cérebro. Mas como decidir, se as linhas fazem sentido tanto na figura quanto no fundo claro?
(As linhas são paralelas ou convergentes?)
As ilusões têm sido geralmente consideradas como criadoras de um problema específico na psicologia da visão. No passado, esses fenômenos eram atribuídos a "erros de julgamento" ou "más interpretações". Hoje, porém, a maioria dos pesquisadores consideram tal classificação imprópria.
Além disso, rejeitar as ilusões como erros de julgamento ou más interpretações parecia perpetuar a noção de que todas as outras percepções eram corretas. Essa distinção pode parecer lógica se considerarmos a visão como um processo de cópia e depois perguntar se a cópia está certa ou errada. Mas a visão não é assim tão simples. Se por "correto" entendermos que o sistema visual dá uma reprodução exata dos eventos físicos no ambiente, então devemos estar preparados para situar todos os fenômenos visuais na categoria de ilusão.
Quando o olho não consegue detectar as oscilações luminosas do cinema e da televisão, ele está dando uma interpretação imprecisa do evento físico. Um exame da maior parte dos dados de visão não revelaria nenhum exemplo daquilo que poderia ser chamado precisamente de percepção correta.
Além disso, rejeitar as ilusões como erros de julgamento ou más interpretações parecia perpetuar a noção de que todas as outras percepções eram corretas. Essa distinção pode parecer lógica se considerarmos a visão como um processo de cópia e depois perguntar se a cópia está certa ou errada. Mas a visão não é assim tão simples. Se por "correto" entendermos que o sistema visual dá uma reprodução exata dos eventos físicos no ambiente, então devemos estar preparados para situar todos os fenômenos visuais na categoria de ilusão.
Quando o olho não consegue detectar as oscilações luminosas do cinema e da televisão, ele está dando uma interpretação imprecisa do evento físico. Um exame da maior parte dos dados de visão não revelaria nenhum exemplo daquilo que poderia ser chamado precisamente de percepção correta.
(Os pontos no cruzamento das linhas são brancos ou pretos?)
A visão está sujeita a dois tipos principais de ilusão: as ópticas e as de adaptação. As primeiras podem revelar aspectos desconhecidos do modo de ver e julgar o mundo exterior. São elas que levam o observador a avaliar erroneamente distâncias, aberturas angulares, dimensões, etc.
As ilusões de adaptação são também muito freqüentes, e decorrem da acomodação da visão a uma nova situação, diferente da anterior. Suponha-se, por exemplo, um observador transportado repentinamente de uma paisagem plana ou com ligeiras ondulações, para um lugar com relevo íngreme. A princípio, ele sentirá como muito fortes todas as inclinações que vê; gradativamente, porém, os detalhes vão sendo reelaborados e as inclinações serão apresentadas menos fortes do que o são na realidade.
Outra ilusão de adaptação é a das cores. Permanecendo muito tempo num ambiente iluminado com luz vermelha, um observador habitua-se a distinguir os semitons das cores dos objetos. Se, depois, esse observador sai para o ar livre, ou o ambiente em está é subitamente iluminado com luz branca, tudo parecerá verde, a cor complementar do vermelho.
Muitíssimas ilusões de adaptação relacionam-se com a visão das cores, e outras tantas com o movimento.
As ilusões de adaptação são também muito freqüentes, e decorrem da acomodação da visão a uma nova situação, diferente da anterior. Suponha-se, por exemplo, um observador transportado repentinamente de uma paisagem plana ou com ligeiras ondulações, para um lugar com relevo íngreme. A princípio, ele sentirá como muito fortes todas as inclinações que vê; gradativamente, porém, os detalhes vão sendo reelaborados e as inclinações serão apresentadas menos fortes do que o são na realidade.
Outra ilusão de adaptação é a das cores. Permanecendo muito tempo num ambiente iluminado com luz vermelha, um observador habitua-se a distinguir os semitons das cores dos objetos. Se, depois, esse observador sai para o ar livre, ou o ambiente em está é subitamente iluminado com luz branca, tudo parecerá verde, a cor complementar do vermelho.
Muitíssimas ilusões de adaptação relacionam-se com a visão das cores, e outras tantas com o movimento.
O PRIMEIRO MAPA MENTAL A GENTE NUNCA ESQUECE
Um Mapa Mental é um diagrama usado para conectar palavras e idéias a uma idéia central. É usado para visualizar, classificar, estruturar e gerar idéias. Assim como apoio no estudo, na solução de problemas e na tomada de decisão.
É similar a uma rede semântica, ou mapa cognitivo, mas não há restrições formais nos tipos de conexões usadas. Normalmente o mapa envolve imagens, palavras e linhas. Os elementos são ordenados de forma intuitiva, de acordo à importância dos conceitos, os quais são organizados em agrupamentos, ramificações ou áreas.
Em outras palavras, um mapa mental é um diagrama radial, que representa conexões entre pontos de informação. A formulação gráfica uniforme da estrutura semântica da informação na obtenção de conhecimento pode ajudar na lembrança de memórias existentes. Também é tratado como um método de aumentar a motivação na realização de uma tarefa.
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